domingo, novembro 13, 2005

só...
























Depois da luta e da conquita
Fiquei só!
Fora um acto antipático!
Deserta a ilha e no lençol aquatíco
Tudo verde, verde
- a perder de vista...

Camilo Pessanha

14 comentários:

wind disse...

Muitas vezes se fica assim, só. Mas há que lutar contra isso e continuar em frente. Belas imagens que combinam com o poema:) beijos

TMara disse...

andei a actualizar-me e vou linkar este teu blog no Círculo de poesia dado k são (+ ou -) do mm tipo de interesses. É 1 prazer passar por cá eler. Boa semana, bjs de luz

cm disse...

..e da "conquista"...

estar só...por vezes nao tem de ser mau...

Aromas Do Mar disse...

Concordo com o "cm", problema maior, acho eu, é quando queremos ou precisamos estar e não nos deixam estar:)

Um bom começo de semana com uma joka marada ;)

Lina(mar revolto)

Pinto Ribeiro disse...

HUM...bom dia.

Ricardo Kiko disse...

Belas Imagens!
Bjs.

AS disse...

Minha querida teria gostado mais que da luta tivessem saido dois vencedores...

Um beijo

inconfidente disse...

é muito triste depois de uma conquista ficar-se só. Mas cabe-nos a nós mudar isso...

Mocho Falante disse...

Nem sempre a solidão é de nos deixar verdes de tristeza, a solidão às vezes é exemplo de uma grande liberdade interior.

PS: As fotos são lindas

A.na disse...

Tudo...fim de esperança!

Fico fascinada com
as imagens que aqui deixas.
Curiosa.eu..

marakoka disse...

wind....há q navegar, pois há:)))

tmara...merci, jinhos para ti

cm...por vezes, depende do ponto de vista :)))

mar revolto/mar azul...isso é diferente, mas tb verdadeiro

pinto ribeiro...hummm bom dia, spre

ricardo kiko...lindissimas

frog...tu és um querido com as palavras, gostei

mocho falante...neste caso, foi cesário q escolheu o verde:)))

a...eu tb sou curiosa:)))

jocas maradas per tutti
su

mfc disse...

Os revolucionários são, normalmente, das primeiras vítimas da revolução que protagonizaram.

Su disse...

mfc...verdadinha, sim senhor
jocas maradas

Duarte Temtem disse...

"Venceste-me, vida,
com os teus ardis de mulher sábia, murmurando no vento,
com a sedução do teu rosto belo onde arderam os lírios.
O teu sol cegou-me.
As tuas candeias empurraram-me para a noite.
Aos compassos dos relógios fui deixando o amor e a bondade.
Acabei."

José Agostinho Baptista

PS - Lindas fotos, foram tiradas na Madeira?

Bjs