quinta-feira, fevereiro 23, 2006

voar


penso voar sabádo ..bem cedo

mas quarta estarei de volta

até lá mil jocas maradas de carnaval per tutti

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

vou ou não vou ?




não significa entao nada, para vós, ser a festa de alguém?


















foto de Alexandre C. Mota

terça-feira, fevereiro 21, 2006

Quero fazer uma confissão...



Quero fazer uma confissão esta noite
porque a noite e a rua foram jantar juntas.


Xavier F. Conde

domingo, fevereiro 19, 2006

sou

Sou
Seu
Cio
Sou
Seu
Ócio
Sou
Seu
Sócio
no
Prazer

Sou, de Paulo Lins

:)

sábado, fevereiro 18, 2006

usar


“Usamo-nos todos uns aos outros e chamamos a isso amor e quando já não nos podemos usar uns aos outros, chamamos a isso ódio”.
Tenesse Williams

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

sombras




as coisas nunca são como nós as queremos

acho que o que quero é possível, mas ...

a noite, sempre a noite

o álcool ... sempre ... o vodka ... sempre ... os amigos ...

ainda bem que sempre ...


















foto de Kazuo Okubo

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

hoje ficaria assim ...


... deixando a água correr em mim... sem fim...

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Os silêncios da fala

São tantos
os silêncios da fala

De sede
De saliva
De suor

Silêncios de silex
no corpo do silêncio

Silêncios de vento
de mar
e de torpor




De amor


Depois, há as jarras
com rosas de silêncio

Os gemidos
nas camas

As ancas
O sabor

O silêncio que posto
em cima do silêncio
usurpa do silêncio o seu magro labor.

Maria Teresa Horta, in Vozes e Olhares no Feminino, Edições Afrontamento, Porto 2001, pp. 40, 41

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

partidas e chegadas
















foto de jorge garcia

domingo, fevereiro 12, 2006

engano


O maior enganado é aquele que se engana a si próprio.

- Ralph Waldo Emerson

sábado, fevereiro 11, 2006

amigos


para os meu meus amigos, o melhor
para os meus inimigos, cumpra-se a lei:)

jocas e ssf de serem felizes

pstt jocas maradas de mar

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

diferente


“SE SOU MAIS QUE UMA PEDRA OU UMA PLANTA?
NÃO SEI. SOU DIFERENTE, NÃO SEI O QUE É MAIS OU MENOS.”

ALBERTO CAEIRO

terça-feira, fevereiro 07, 2006

Ele prefere as nórdicas

- Martha Medeiros

ele prefere as nórdicas
as ricas, as putas
as filhas das tias
letradas, peitudas
alunas da puc
solteiras, taradas
mulheres pudicas
peludas, escravas
as boas de cama
mulatas, mineiras
as freiras da itália
escocesas, peladas
as bem mal-amadas
aquelas que dizem te amo
e mais nada

domingo, fevereiro 05, 2006

manias minhas

opssss fui apanhada pela rede e cá estou eu
a culpada é da Meia Lua que não querendo o desafio só para ela resolveu partilhar....
e que partilha bonita esta:)))))))
assim sendo, aqui vão as minhas manias, hábitos ou seja, alguns deliciosos e pequeninos defeitos:))))))

1- fumar
mas fumar muito, muito ... nem digo quanto para não assustar os pulmões de ninguém

2- abrir sempre um livro pelo meio e ler o que lá está
...como se tudo estivesse resumido ali!!

3- a minha carteira tem de ser do tamanho do mundo
..existe de tudo lá dentro, preciso é de algum tempo para encontrar....

4- teimosia
vou sempre até à exaustão no argumento

5- ... querem ver que não tenho mais manias !!!!! claro que tenho
..... destesto "pseudos"
pseudos qualquer coisa, detesto-os, a todos ....



e os premiados com esta linda e bela corrente são:

- antónio - eu sou louco
- raquel - a páginas tantas
- amaral - lamarablog
- clitie - vida em monólogo
-dulce- além de mim

sábado, fevereiro 04, 2006

o calafrio


"O que me fez parar, e com um sobressalto maior do que seria de esperar de qualquer visão, foi a sensação de que a minha fantasia se tornara realidade. Ele estava ali mesmo! Mas lá no alto, para além do relvado...."
henry james

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

...



por muito que eu corra

e corra ...

eu não consigo fugir da dor ...

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

camuflagem




A verdade é a melhor camuflagem.
Ninguém acredita nela.

Max Frisch

segunda-feira, janeiro 30, 2006

quando ...


"Quando sou boa, sou óptima.
Mas quando sou má sou muito melhor"

(MaeWest)



















foto de nicola ranaldi

domingo, janeiro 29, 2006

lágrima



podia escrever palavras bonitas
copiar belos poemas
mas hoje não me apetece!!!
e agora?

(estamos longe, mas vivos... )

sábado, janeiro 28, 2006

Eu

Álvaro de Campos - Eu

Eu, eu mesmo...
Eu, cheio de todos os cansaços
Quantos o mundo pode dar.
— Eu...
Afinal tudo, porque tudo é eu,
E até as estrelas, ao que parece,
Me saíram da algibeira para deslumbrar crianças...
Que crianças não sei...
Eu...
Imperfeito? Incógnito? Divino?
Não sei...
Eu...
Tive um passado? Sem dúvida...
Tenho um presente? Sem dúvida...
Terei um futuro? Sem dúvida...
A vida que pare de aqui a pouco...
Mas eu, eu...
Eu sou eu,
Eu fico eu,
Eu...

quinta-feira, janeiro 26, 2006

...






"Conhecer alguém que pensa e sente como nós e que, embora distante, está perto em espirito, eis o que faz da terra um jardim habitado..."

(Goethe)

terça-feira, janeiro 24, 2006

domingo, janeiro 22, 2006

Cálice


Cálice "Chico Buarque & Milton Nascimento"


Pai
Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta

Pai
Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite e me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silencio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa

Pai
Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
De muito gorda a porca já não anda
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil Pai abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade
Mesmo calado o peito resta a cuca
dos bêbados do centro da cidade

Pai
Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Talvez o mundo não seja pequeno
Não seja vivo um facto consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo diesel
Me embriagar até que alguém me esqueça

Cálice

sábado, janeiro 21, 2006

seda pura




Você vestida de seda
Pura, invisível
Passeia
Longe de mim
Te percebo
Dona de si
Em segredo


(cazuza)















foto de John McCall

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Cais


Cais - Elis Regina

Para quem quer se soltar
Invento o cais
Invento mais que a solidão me dá
Invento lua nova a clarear
Invento amor e sei a dor de me lançar
Eu queria ser feliz
Invento o mar
Invento em mim o sonhador
Para quem quer me seguir
Eu quero mais
Tenho um caminho do que sempre quis
E um saveiro pronto pra partir
Invento o cais
E sei a vez de me lançar

terça-feira, janeiro 17, 2006

AUSÊNCIA


Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade

domingo, janeiro 15, 2006

colorido





faz tempo que ando a ver tudo a preto e branco
preciso de cores..............

















foto de Antonio Manuel Pinto Silva

sábado, janeiro 14, 2006

sim, farei ...

Sim, farei ..., e hora a hora passa o dia ...
Farei, e dia a dia passa o mês ...
E eu, cheio sempre só do que faria.
Vejo que o que faria se não fez,
De mim, mesmo em inútil nostalgia.

Farei, farei ... anos os meses são
Quando são muito – anos, toda a vida,
Tudo ... e sempre a mesma sensação
Que qualquer coisa há-de ser conseguida
E sempre quieto o pé e inerte a mão ...

Farei, farei, farei, ... sim, qualquer hora
Talvez me traga o esforço e a vitória,
Mas será só se nos trouxer de fora.
Quis tudo – a paz, a ilusão, a gloria ...
Que obscuro absurdo na minha Alma chora?
(FP)

quinta-feira, janeiro 12, 2006

A hora do cansaço

A hora do cansaço
As coisas que amamos,
as pessoas que amamos
são eternas até certo ponto.
Duram o infinito variável
no limite de nosso poder
de respirar a eternidade.
Pensá-las é pensar que não acabam nunca,
dar-lhes moldura de granito.
De outra matéria se tornam, absoluta,
numa outra (maior) realidade.
Começam a esmaecer quando nos cansamos,
e todos nós cansamos, por um outro itinerário,
de aspirar a resina do eterno.
Já não pretendemos que sejam imperecíveis.
Restituímos cada ser e coisa à condição precária,
rebaixamos o amor ao estado de utilidade.
Do sonho de eterno fica esse gosto ocre
na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar.





Drummond de Andrade

terça-feira, janeiro 10, 2006

A Nossa Morte

A Nossa Morte
O que mais me intriga e dói na nossa morte, como vemos na dos outros, é que nada se perturba com ela na vida normal do mundo. Mesmo que sejas uma personagem histórica, tudo entra de novo na rotina como se nem tivesses existido. O que mais podem fazer-te é tomar nota do acontecimento e recomeçar. Quando morre um teu amigo ou conhecido, a vida continua natural como se quem existisse para morrer fosses só tu. Porque tudo converge para ti, em quem tudo existe, e assim te inquieta a certeza de que o universo morrerá contigo. Mas não morre. Repara no que acontece com a morte dos outros e ficas a saber que o universo se está nas tintas para que morras ou não. E isso é que é incompreensível - morrer tudo com a tua morte e tudo ficar perfeitamente na mesma. Tudo isto tem significado para o teu presente. Mas recua duzentos anos e verás que nada disto tem já significado.
Vergílio Ferreira, in 'Escrever'

domingo, janeiro 08, 2006


“Existe também o estranho desencontro de ter o corpo
num lugar e a alma em outro, de já estar lá ou de ainda
não estar aqui.”


Rosa Lobato Faria

sexta-feira, janeiro 06, 2006

terça-feira, janeiro 03, 2006

E por vezes

E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos
E por vezes
encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes
ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos
E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se envolam tantos anos.

(David Mourão-Ferreira)

domingo, janeiro 01, 2006

um brinde

Como diz a canção..
"Se chorei ou se sorri.. o importante é que EMOÇÕES eu vivi..."

quinta-feira, dezembro 29, 2005

2006


Feliz Ano Novo de 2006
e que este seja melhor se fôr possível e viável
per tutti

quarta-feira, dezembro 28, 2005

segunda-feira, dezembro 26, 2005

um mimo


um mimo... muitos mimos...:)

uma prendinha com um belo laçarote para todos os que por aqui passaram, desejando um feliz natal

jocas maradissimas

quinta-feira, dezembro 22, 2005

Feliz Natal


um feliz natal para todos os que por aqui passam
cheio de coisas boas, belas, lindas e doces ...
junto de todos os que amam

terça-feira, dezembro 20, 2005

derreto-me....


é Natal....quase....quase.....
e derrete-se quem quer... no Natal

domingo, dezembro 18, 2005

cheguei


eis-me de novo deste lado do mar

gostei...

jocas maradas

quarta-feira, dezembro 14, 2005

voar


eu vou "boar" mas "bolto" logo na segunda,
até lá resmas, paletes, granadas , montanhas
de jocas maradas per tutti

....com tanto "b", já sabem para onde "bou"?

pstttttt mais jocas :)

noc ... noc... sejam felizes

terça-feira, dezembro 13, 2005

segunda-feira, dezembro 12, 2005

A um louco

(Júlio Roberto)

Eu não sei nunca, quando é que a tua loucura
É a verdade que eu não posso suportar

Eu não sei mesmo se a tua razão
me prende o pensamento
e a tua é ponte para voar

Assustas-me e fascinas-me

Em ti, há um olhar perdido no infinito; em mim,
há possibilidade de ver só até
onde a vista alcança...

Quando te vejo sorrir, quando te vejo brincar
como criança, quando falas de coisas que eu sinto
Mas não posso entender
é como uma música dum tempo perdido, mas que foi ...

É como aquele pássaro que não existe
Mas que existe porque a gente o espera...

Olho-te e tento compreender
(porque fui educado para compreender e não para olhar)

Mas quando em certos momentos, como faíscas
E raios de uma outra luz, eu “vejo mais”

Ah! Lá quando eu me dispo das minhas “verdades”
Dos meus “uniformes” e das minhas “razões”

Lá, nesse mundo, que é loucura, dor, alegria
beleza, ternura, violência, amor e delicadeza;

Aí, quando me encontro, mesmo contigo,
Apetece-me abraçar-te fazer-te festas nos cabelos...

E ficar assim...só assim

Cantar-te uma canção de embalar e dizer-te
Deixa lá! Eu também não entendo....

domingo, dezembro 11, 2005

hoje


eu estou assim ...

sábado, dezembro 10, 2005

a minha sede...

“A minha sede de infinito é maior do que eu, do que tudo, e o meu espiritualismo ultrapassa o céu.
Nada me chega, nada me convence, nada me enche.
Sou uma pobre que nenhum tesouro acha digno das sua mãos vazias.”

Florbela Espanca

sexta-feira, dezembro 09, 2005

o amor é...


"O amor é cheio de armadilhas. Quando se quer manifestar, mostra apenas a sua luz - e não nos permite ver as sombras que essa luz provoca"
Paulo Coelho

quinta-feira, dezembro 08, 2005

Tenho

Tenho uma grande constipação,
E toda a gente sabe como as grandes constipações
Alteram todo o sistema do universo,
Zangam-nos contra a vida,
E fazem espirrar até à metafísica.
Tenho o dia perdido cheio de me assoar.
Dói-me a cabeça indistintamente.
Triste condição para um poeta menor!
Hoje sou verdadeiramente um poeta menor.
O que fui outrora foi um desejo; partiu-se.
Adeus para sempre, rainha das fadas!
As tuas asas eram de sol, e eu cá vou andando.
Não estarei bem se não me deitar na cama.
Nunca estive bem senão deitando-me no universo.
Excusez un peu... Que grande constipação física!
Preciso de verdade e da aspirina.

Álvaro de Campos

terça-feira, dezembro 06, 2005

Gostava de gostar de gostar.

Gostava de gostar de gostar.
Um momento...
Dá-me de ali um cigarro,
Do maço em cima da mesa de cabeceira.
Continua...
Dizias
Que no desenvolvimento da metafisica De Kant a Hegel
Alguma coisa se perdeu.
Concordo em absoluto.
Estive realmente a ouvir.
Nondum amabam et amare amabam (Santo Agostinho).
Que coisa curiosa estas associações de idéias!
Estou fatigado de estar pensando em sentir outra coisa.
Obrigado.
Deixa-me acender.
Continua.
Hegel...
(Álvaro de Campos)

tempo


"Regressamos sempre aos velhos lugares aonde amámos a vida. E só então compreendemos que não voltarão jamais todas as coisas que nos foram queridas. O amor é simples, e o tempo devora as coisas simples."
José Eduardo Agualusa

domingo, dezembro 04, 2005

porque a vida...

"Porque a vida
É sempre o que nós queremos.
- Não rias.
Nem penses que vou brincar

E se ela nos surpreende
Às vezes
com alguma coisa, crê-me.
É únicamente -
Porque a nós mesmos,
Raras vezes,
Afirmamos em verdade
O que em verdade querermos."

António Botto

sábado, dezembro 03, 2005

...

viagem


"o meu pensamento será uma viagem, um perfeito remorso entre um passado que teima em sobreviver e um futuro ou um presente que já não entendo."
rui nunes

sexta-feira, dezembro 02, 2005

LAPSO

ATENÇÂO POR LAPSO O TEXTO AQUI MENCIONADO COMO SENDO NA TOTALIDADE DE D.M.F NÃO O É POIS É DA AUTORIA DE C.C.C.
http://sofrega.blogspot.com/
"A sofreguidão... sim com ela fui ao fundo, perdi-me não por descuido mas porque a velocidade era demasiada e só agora o consigo reconhecer. O caminho começa a estreitar fica apenas um pequeno corredor, sem cruzamentos, sem saídas, inevitavelmente o embate acontece. . . Não sei usar o destino como justificativa, o que me rodeia não pode ser usado como desculpa, a fé não faz parte de mim. Fico a sós com a ilusão, afinal sou eu a minha única crença"

ESTE SIM É DE DMF
Nada garante que tu existas
Não acredito que tu existas
Só necessito que tu existas
David Mourão Ferreira

quinta-feira, dezembro 01, 2005

quero descobrir


"Quero descobrir. Tudo. Quero descobrir por que sei o que está certo e faço o errado. Quero descobrir o que é a felicidade e qual é o valor do sofrimento. Quero descobrir por que razão os homens vão para a guerra e o que têm no seu interior quando rezam a Deus. Quero descobrir o que as pessoas sentem quando dizem que amam (...) Acho que deve ser difícil para ti perceberes uma pessoa como eu. Tu sabes exactamente o que deves fazer e fazes isso mesmo. Tu estudas e ficas esclarecido. Eu estudo e fico confuso."
(Tolstoi, "Guerra e Paz")